Aline
Galvão
Entre Pernambuco e Portugal
Percurso
Nasci e cresci em Olinda e formei-me em Jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco em 2010. Nos anos seguintes, já no Recife, trabalhei na comunicação pernambucana, passando pela TV Jornal no Sistema Jornal do Commercio de Comunicação, Federação das Indústrias de Pernambuco, Instituto Euvaldo Lodi (IEL/PE) e, mais tarde, pela Secretaria de Trabalho do Governo de Pernambuco, ao lado de Eduardo Campos.
Criei, em 2013, o Ramalhete Brechó, um evento de moda e decoração com artigos vintage portugueses que contou com duas edições naquele ano.
Em 2014 mudei-me para Portugal. Em Lisboa, trabalhei em produção audiovisual e integrei a equipa de produção da campanha legislativa de 2015 da coligação PPD/PSD.CDS-PP, bem como em campanhas publicitárias. Neste mesmo ano realizei a primeira edição do Ramalhete em Portugal.
Atuei como jornalista e editora de Lifestyle no site português Notícias ao Minuto Brasil. Em 2018, assumi a gestão da nossa empresa familiar, responsável pela Casa do Eirado e pela Casa do Forno, no Algarve, e, em breve, por um empreendimento no Recife. Em 2025 concluí o curso de Administração e Negócios na Nova School of Business and Economics.
2009
Produtora de TV, TV Jornal, Recife
2010
Formação em Jornalismo, Universidade Católica de Pernambuco
2011 a 2014
Assessora de comunicação, IEL PE e Governo de Pernambuco
2012 a 2013
Media e Comunicação, Rec-Beat Produções
2013 a 2014
Ramalhete Brechó, Olinda
2014
Ramalhete Brechó Lisboa
Chegada a Portugal
2015
Produção audiovisual, campanha legislativa e publicidades, Lisboa
2016 a 2018
Jornalista e editora, Notícias ao Minuto Brasil, Lisboa
2018 até ao presente
Gestora, Casa do Eirado e Casa do Forno, Algarve
2024 a 2025
Administração e Negócios, Nova SBE
2026 a 2027
Empreendimento turístico, Recife (em breve)
Fio Condutor
Em Os Maias, de Eça de Queirós, o Ramalhete é mais do que uma casa. É o lugar onde as histórias começam, se cruzam e regressam. Um espaço de memória, de encontros e de tempo vivido.
Em 2013, ainda no Recife, criei o Ramalhete Brechó, um evento em Olinda que reunia peças de moda e decoração vintage trazidas das minhas viagens a Lisboa, encontradas em brechós e feiras de antiguidades. O Ramalhete nasceu da vontade de dividir com outras pessoas no Recife tudo aquilo que me fascinava em Portugal.
Foi também nessa época que nasceu o meu arroba, @senhoramonforte. O nome vem de Maria Monforte, uma personagem de fronteira, que nunca pertenceu verdadeiramente a nenhum dos mundos que habitou. Um nome que escolhi por instinto e que se revelou, com o tempo, uma espécie de profecia.
Se um dia trouxe Portugal para o Recife através do Ramalhete, hoje faço frequentemente o caminho inverso. Talvez por isso o Ramalhete e a Senhora Monforte continuem a fazer sentido. O primeiro recorda-me a importância dos lugares que nos acolhem; a segunda, que nem sempre pertencemos a um único lugar.